Ilumine e refresque seu ambiente

Gosta de laranjas? Aqui temos uma colega louca pelo cheiro da laranja quando ela é descascada, e vive procurando meios bacanas de reutilizar as cascas. Aqui vão duas que ela adora!

“Rosas” de laranja, lindas e cheirosas.

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Laranja e azeite de oliva, uma vela super criativa e cheirosa!

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E aí, curtiram?

Luminárias de papelão

Genial! Vimos uma reportagem sobre um escritório de arquitetura e design em Seattle chamado Graypants Inc. no blog do Coletivo Verde, e achamos incrível o que eles fizeram.

As luminárias são feitas com papelão reciclado, recolhidos em estações de reciclagem e lixeiras, limpos e depois cortados com um laser no formato da estrutura da luminária, que depois é montada e colada camada por camada manualmente.

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E o resultado é incrível!

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O post completo pode ser visto no blog, basta clicar no link acima pra ver.

E aí, o que acharam?

Síndrome? dos 30 e poucos…

Tenho lido a “síndrome dos 20 e poucos anos” através de amigos postando nas redes sociais..e percebi que estou lááá no final. No “amanhã teremos 30. Assim tão rápido.”

Ri ao constatar que aos 20 aquele texto foi feito pra mim também…e que perdi de valorizar tanta coisa aos 20 por achar que meus valores estavam mais corretos do que dos outros…

Aí, chegaram os 30.

Eu achava que os 30 estavam tão distantes…lembro quando achava que quem tinha 30 era velho, ou já devia ter tudo. Doce ilusão.

E você começa a valorizar novamente amizades esquecidas ou distanciadas por pequenas discussões, que olhando agora, de longe, não tiveram de fato importância alguma. Começa a encontrar mais amigos dentro da sua área de trabalho do que em qualquer outro lugar, e as reuniões em casa são muito mais atraentes do que reuniões pra tomar aquela cervejinha, que aliás, deixou o resultado na barriga e você procura fugir dela.

Você redescobre a família. Percebe que não importam tanto os amigos, conhecidos e inimigos, não importa o tempo,  nem o que você fez de errado no passado, existe um alicerce lá atrás que você deixou passar batido e realmente importa. E não importa quanto tempo passou, eles continuam lá, suas raízes e sua força nos momentos em que realmente precisa. E começa a gostar da companhia dela. Quanta diferença da adolescência,… e você pensa o quanto deixou de aproveitar, mas lembra que isso, como todo o resto, não importa mais.

As multidões são definitivamente chatas, você não entende como uma vez fez parte delas. Mas as vezes elas se tornam atraentes e novamente você está lá, em algum movimento que valha a pena.

Começa a se dar conta que no final, o problema era com você, que catalogava todo mundo como amigo, quando deveria aprender a usar as outras fichas: conhecido e colega. E percebe que julgou as pessoas por achar que elas deviam ser mais do que poderiam ser, ao invés de tratá-las pelo que elas realmente eram.

Ri e chora com mais dificuldade, mas dá muito mais valor quando ambos acontecem. Se irrita com menos facilidade, contudo se sente muito mais estressado do que pensou que estaria aos 30. E começa a entender aquele tio  com cara amarrada aos 30, que no entanto sempre arrumava um sorriso pra você. E dói lembrar que ele já se foi. E percebe que muitas pessoas que você ama já se foram ou estão indo, e não tem nada que você possa fazer. Você se sente inútil. E com medo da vida. Um dia, vai ser você, e novamente, não tem nada que ninguém possa fazer.  Então você percebe que esse medo sim é inútil, e começa a dar valor ao agora, afinal, você não tem o controle sobre o resto.

Quase todos os seus amigos já casaram ou estão casando, alguns com filhos e as reuniões começam a ser um dejavu da sua infância. Adultos conversando, bebendo aperitivos e arrumando a mesa, e crianças correndo em volta. Com a diferença que agora é você quem está bebendo aperitivos enquanto arruma a mesa. E isso realmente assusta! O tempo passou rápido demais, será que aproveitei tudo como deveria?

Sair já não é tão interessante,  mas quando sai quer reunir a maior parte dos amigos, afinal, é um evento escasso.  Viajar se torna prioridade, pra conseguir realmente descansar e conhecer algo novo.  Mas ainda, o dinheiro não rende tudo o que você esperava, e as contas só estão aumentando..água, luz, telefone, internet, tv, compras do mês, prestação da casa, iptu, ipva, seguro….é tanta conta que você não consegue lembrar onde foi parar aquele dinheiro pro jantar especial que andava planejando. E pensa, porque não saí menos, e juntei um pouco mais de grana antes? Se tivesse feito isso, talvez não estaria tão apertado agora…

Você sabe o que quer, só que as vezes entra em contradição, duvidando um pouco de suas próprias certezas. Procura mais de uma forma de juntar e economizar dinheiro, pois só o trabalho (que não é tão dos sonhos quanto esperava) não dá o retorno que você precisa para bancar tudo.

E você percebe que julgar faz mais mal a você que aos outros, e começa a perceber que a tolerância é um caminho mais pacífico e decente. O medo e a confusão ainda estão lá, e as saudades do passado também. Mas você percebe que não existe época melhor, mesmo com todas as dificuldades, você está onde devia estar. E começa a valorizar e aproveitar isso.

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O que ninguém percebe até se dar conta sozinho, é que a melhor época de nossas vidas é aquela em que vivemos, e nesse momento a gente começa a se dar conta que é verdade. A faculdade foi legal, o colégio talvez também tenha sido, a luta pelo auto descobrimento e independência também…mas tudo ficou lá no passado, lembrando como chegamos aqui.

E é aqui que fazemos a diferença, em vez de esperar pelo futuro, vivemos o presente. E amanhã, teremos 40,50,60,70… quem sabe até quanto chegaremos? O importante é aproveitar esse tempo ao máximo, valorizando todos os que passam pela gente, sendo apenas conhecidos, colegas ou os raros e verdadeiros amigos, pelo que eles realmente são.